11 governadores e 10 prefeitos de capitais renunciam para serem candidatos na eleição

  • 05/04/2026
(Foto: Reprodução)
Onze governadores e dez prefeitos de capitais renunciaram a seus mandatos para disputar outros cargos na eleição deste ano, como exige a lei, segundo levantamento do g1. O prazo de desincompatibilização terminou na noite de sábado (4), a seis meses do primeiro turno. A regra é válida para quem ocupa cargos no Poder Executivo, com o objetivo de evitar o uso da máquina pública em favor das candidaturas. 📱 Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Entre os governadores que renunciaram, dois são pré-candidatos à Presidência da República — Romeu Zema e Ronaldo Caiado —, e oito devem disputar o Senado, que neste ano vai renovar 54 das 81 cadeiras. Veja os nomes e clique sobre eles para saber mais: Acre: Gladson Cameli (PP) Amazonas: Wilson Lima (União) Distrito Federal: Ibaneis Rocha (MDB) Espírito Santo: Renato Casagrande (PSB) Goiás: Ronaldo Caiado (PSD) Mato Grosso: Mauro Mendes (União) Minas Gerais: Romeu Zema (Novo) Pará: Helder Barbalho (MDB) Paraíba: João Azevêdo (PSB) Rio de Janeiro: Cláudio Castro (PL) Roraima: Antonio Denarium (Republicanos) Quando o governador deixa o cargo, o vice assume e pode ser candidato a um novo mandato. É o que deve acontecer na maioria dos estados. No Rio de Janeiro, há uma situação diferente: como Cláudio Castro estava sem vice, que foi nomeado para uma vaga no Tribunal de Contas do Estado, haverá uma nova eleição para um mandato-tampão até o fim do ano. O Supremo Tribunal Federal (STF) vai decidir se será uma eleição direta, com votos dos eleitores, ou indireta, em que somente os deputados estaduais podem votar. Veja os vídeos que estão em alta no g1 A saída do cargo não confirma a candidatura, mas é uma condição exigida. A oficialização só ocorrerá em agosto, após as convenções partidárias e o registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Governadores que podem tentar a reeleição não precisam deixar o cargo enquanto são candidatos. O mesmo vale para o presidente Lula (PT). São eles: Infográfico - Veja quais governadores renunciaram para disputar outro cargo nas eleições de 2026. — Foto: Arte/g1 Arte/g1 Amapá: Clécio Luís (União) Bahia: Jerônimo Rodrigues (PT) Ceará: Elmano de Freitas (PT) Mato Grosso do Sul: Eduardo Riedel (PP) Pernambuco: Raquel Lyra (PSD) Piauí: Rafael Fonteles (PT) Santa Catarina: Jorginho Mello (PL) São Paulo: Tarcísio de Freitas (Republicanos) Sergipe: Fábio Mitidieri (PSD) Há também os governadores que vão concluir o mandato e decidiram não disputar a eleição. Alagoas: Paulo Dantas (MDB) Maranhão: Carlos Brandão (sem partido) Paraná: Ratinho Junior (PSD) Rio Grande do Norte: Fátima Bezerra (PT) Rio Grande do Sul: Eduardo Leite (PSD) Rondônia: Marcos Rocha (PSD) Tocantins: Wanderlei Barbosa (Republicanos) Eduardo Leite pretendia ser candidato a presidente e perdeu a disputa no PSD para Ronaldo Caiado, governador de Goiás. No caso de Fátima Bezerra, houve uma reviravolta: o plano de tentar o Senado foi frustrado porque o vice, Walter Alves, se negou a assumir o lugar dela. Ele quer ser candidato a deputado estadual. Quem são os prefeitos com planos eleitorais Os prefeitos de capitais que renunciaram devem disputar os governos de seus estados. A lista inclui Eduardo Paes, do Rio, que tentará pela segunda vez se eleger governador, o prefeito do Recife, João Campos, e João Henrique Caldas, o JHC, que trocou o PL pelo PSDB em Maceió. Clique sobre os nomes para saber mais. Eduardo Paes (PSD), ex-prefeito do Rio de Janeiro Lorenzo Pazzolini (Republicanos), ex-prefeito de Vitória João Campos (PSB), ex-prefeito do Recife Eduardo Braide (PSD), ex-prefeito de São Luís Cícero Lucena (MDB), ex-prefeito de João Pessoa David Almeida (Avante), ex-prefeito de Manaus Dr. Furlan (PSD), ex-prefeito de Macapá Tião Bocalom (PSDB), ex-prefeito de Rio Branco Arthur Henrique (PL), ex-prefeito de Boa Vista João Henrique Caldas (PSDB), ex-prefeito de Maceió Infográfico mostra prefeitos de capitais que renunciaram ao mandato para disputar a eleição em 2026 Arte g1 Saiba mais sobre os governadores e prefeitos que serão candidatos Antonio Denarium (Republicanos-RR) Governador de Roraima, Antonio Denarium (PP) Samantha Rufino/g1 RR/Arquivo Antonio Denarium (Republicanos-RR) renunciou ao cargo no fim de março para concorrer ao Senado. O governo passa a ser exercido por Edilson Damião (União). Ribeiro também é cotado para disputar as eleições para governador do estado. Denarium e Damião respondem a um processo de cassação de mandato no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022. A renúncia de Denarium não põe fim ao processo. Assim, Damião segue como alvo do julgamento e poderá perder o mandato de governador caso a cassação do diploma seja confirmada. Além da renúncia em março, neste sábado (4) Denarium mudou de partido. Ele deixou o PP e é o novo presidente dos Republicanos - RR. Wilson Lima (União) Wilson Lima anuncia criação de três novas secretarias estaduais Divulgação Secom A renúncia do governador do Amazonas, Wilson Lima (União) foi publicada em edição extra do Diário Oficial do Amazonas no sábado (4), último dia permitido para a desincompatibilização. Não houve evento ou declaração pública prévia sobre o ato. Ele também não informou qual o cargo pretende concorrer nas eleições de 2026. Em uma carta, entregue à Assembleia Legislativa às 23h - faltando 1h para o fim do prazo -, Wilson Lima afirmou apenas que a decisão é “em caráter irrevogável e irretratável” e cita dispositivos da Constituição Federal e da legislação eleitoral. “Visando o cumprimento do prazo de seis meses de desincompatibilização exigido para a disputa de novo cargo eletivo nas eleições gerais de 2026”, diz trecho do documento. Cláudio Castro (PL-RJ) Cláudio Castro, governador do Rio de Janeiro Marcelo Regua Pré-candidato ao Senado, Cláudio Castro renunciou em 23 de março, um dia antes de ser condenado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por abuso de poder político e econômico e se tornar inelegível. O rio de Janeiro ainda definirá quem assumirá o governo de forma interina até o fim do ano. Caberá ao Supremo Tribunal Federal (STF) decidir se essa escolha ocorrerá por meio de eleição direta, com a participação de cerca de 13 milhões de eleitores, ou de forma indireta, realizada pelos 70 deputados estaduais da Alerj. Em qualquer dos casos, o eleito exercerá um mandato-tampão até o término do ano. Inelegível, Castro pode recorrer e tentar uma candidatura sub judice, com sua situação sendo posteriormente analisada pela Justiça. Gladson Cameli (PP-AC) Gladson Cameli foi empossado nesse domingo (1) Diego Gurgel/Secom O governador do Acre, Gladson Cameli comunicou sua renúncia ao cargo no dia 24 de março, que começou a valer a partir do dia 2 de abril. No cargo desde 2019, ele não pode disputar a reeleição sinaliza que tentará uma vaga no Senado em 2026. Com a renúncia, a vice-governadora Mailza Assis (PP) assume o governo do Estado. Helder Barbalho (MDB-PA) Helder Barbalho, governador do Pará. Reprodução / Agência Pará O governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), deixou o cargo na última quinta-feira (2) para disputar as eleições, concorrendo a uma vaga no Senado. A vice-governadora Hana Ghassan (MDB) assumiu o governo e deve concorrer na chapa do MDB ao governo do estado. Ibaneis Rocha (MDB-DF) Ibaneis Rocha em cerimônia para deixar o cargo de governador, em 30 de março de 2026 Renato Alves/ Agência Brasília Governador do Distrito Federal desde 2019, Ibaneis Rocha (MDB) anunciou sua saída do cargo no dia 28 de março, oficializada no dia 30. Ele pretende disputar uma vaga no Senado. Celina Leão (PP), sua vice, assumiu o governo e deve tentar um novo mandato. Aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Ibaneis poderá ter como adversárias na eleição do Senado dois nomes fortes do bolsonarismo: a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e a deputada Bia Kicis, ambas do PL. João Azevêdo (PSB-PB) João Azevedo, governador da Paraíba Divulgação João Azevêdo (PSB-PB) renunciou ao cargo na última quinta-feira (2) para concorrer ao Senado. O governo da Paraíba passa a ser exercido por Lucas Ribeiro (PP), que é cotado para disputar as eleições para governador do estado. Mauro Mendes (União-MT) Mauro Mendes Secom/MT Mauro Mendes renunciou ao governo de Mato Grosso na última terça-feira (31) para tentar uma vaga no Senado. O vice Otaviano Pivetta (Republicanos) assumiu o cargo e tem o apoio do ex-governador para buscar um novo mandato. Renato Casagrande (PSB-ES) O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, após reunião com Geraldo Alckmin Guilherme Mazui/g1 Renato Casagrande (PSB-ES) deixou o governo do Espírito Santo para disputar o Senado. O vice Ricardo Ferraço passou a comandar o estado. O anúncio foi feito no início de março, um mês antes do prazo da desincompatibilização. Romeu Zema (Novo-MG) Romeu Zema (Novo), pré-candidato à Presidência d a República Valdinei Malaguti/EPTV Romeu Zema (Novo) renunciou ao governo de MG devido à sua pré-campanha para a Presidência pelo Novo, anunciada em agosto de 2025. No dia 22 de março, passou o cargo para o então vice-governador, Mateus Simões (PSD), que será candidato ao governo do estado. Na corrida pelo Planalto, Zema registra entre 2% e 3% na pesquisa eleitoral da Quest mais recente e já foi sondado para compor a chapa com outros candidatos, como vice. Mas mantém os planos de ser presidente. Ronaldo Caiado (PSD-GO) Ronaldo Caiado foi o escolhido do PSD para a disputa presidencial Roberto Sungi/Ato Press/Estadão Conteúdo Ronaldo Caiado trocou o União Brasil pelo PSD no começo do ano para ser candidato presidencial. Ele foi escolhido pelo partido na semana passada após o Ratinho Junior desistir. Na disputa, Caiado superou Eduardo Leite, do RS. O governador renunciou ao mandato na última semana e passou o cargo ao vice, Daniel Vilela (MDB). Nas pesquisas mais recentes, Caiado tem 4% das intenções de voto. Prefeitos de capitais Eduardo Paes (PSD), do Rio de Janeiro (RJ) Eduardo Paes é pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro Onofre Veras/TheNews2/Estadão Conteúdo Eduardo Paes deixou a prefeitura da cidade do Rio de Janeiro no dia 20 de março, dois meses depois de confirmar publicamente sua pré-candidatura ao governo do estado. O seu vice, Eduardo Cavaliere, assumiu e se tornou o prefeito mais jovem da cidade, com 31 anos. Paes foi o primeiro prefeito de capital a deixar o cargo para disputar as eleições de outubro. Reeleito em 2024, estava em seu quarto mandato à frente da prefeitura, e a renúncia contraria uma das promessas feitas durante a campanha, quando afirmou que não concorreria ao governo do estado. Paes já disputou o governo do Rio de Janeiro em 2018, quando foi derrotado por Wilson Witzel, que também anunciou pré-candidatura ao cargo em 2026. Lorenzo Pazolini (Republicanos), prefeito de Vitória (ES) Prefeito de Vitória Lorenzo Pazolini (Republicanos) Divulgação/PMV Lorenzo Pazolini formalizou, na última quarta-feira (1º), sua renúncia ao cargo de prefeito de Vitória para disputar o governo do Espírito Santo. A vice-prefeita Cris Samorini (PP) assumiu a gestão. Em seu segundo mandato, Pazolini havia sido reeleito em 2024 após derrotar, pela segunda vez consecutiva, João Coser (PT). Delegado da Polícia Civil, ele também solicitou afastamento da corporação, com licença válida por três meses a partir de 6 de abril. João Campos (PSB), prefeito de Recife (PE) Prefeito do Recife, João Campos (PSB), em imagem de arquivo PSB/Divulgação João Campos oficializou, em 20 de março, sua pré-candidatura ao governo de Pernambuco durante coletiva de imprensa no Recife e saiu oficialmente nesta quinta-feira (2). Com a saída de Campos da prefeitura, o vice-prefeito Victor Marques (PCdoB) assume o cargo. Ao renunciar, Campos anunciou Carlos Costa — irmão do ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho — como vice na chapa para as eleições de 2026. Em seu primeiro mandato como prefeito, Campos também foi deputado federal por Pernambuco, eleito em 2018. Eduardo Braide (PSD), prefeito de São Luis (MA) Prefeito de São Luís, Eduardo Braide anuncia pré-candidatura ao Governo do Maranhão Reprodução/Câmara dos Deputados Eduardo Braide comunicou sua pré-candidatura ao governo do Maranhão na última terça-feira (31). O anúncio foi feito por meio de um vídeo publicado em suas redes sociais. Sua vice, Esmênia Miranda, tomou posse no lugar. No vídeo, Eduardo Braide afirmou que a decisão de disputar o governo estadual está relacionada ao desejo de ampliar para outras regiões do Maranhão ações que, segundo ele, foram adotadas durante sua gestão à frente da Prefeitura de São Luís. Reeleito em 2024, é o quarto a anunciar pré-candidatura ao governo doMarnhão, junto com Orleans Brandão (MDB), Lahesio Bonfim (Novo) e Enilton Rodrigues (PSOL). Cícero Lucena (MDB), prefeito de João Pessoa (PB) Cícero Lucena (PP), prefeito reeleito de João Pessoa Sérgio Lucena/Arquivo Pessoal Cícero Lucena renunciou na última quinta-feira (2) para concorrer ao cargo de governador da Paraíba. Com sua saída, o vice Leo Bezerra (Cidadania) assume como prefeito de João Pessoa. Em outubro, Lucena se filiou ao MDB depois que seu partido anterior, o PP, escolheu apoiar a candidatura do atual vice-governador, Lucas Ribeiro, para o governo do estado. David Almeida (Avante), prefeito de Manaus (AM) David Almeida dedicou live a responder às denúncias investigadas em Manaus Reprodução David Almeida oficializou a saída da prefeitura de Manaus na última terça-feira (31) para concorrer ao governo do Amazonas em outubro. Com a saída, o vice-prefeito Renato Junior assumiu o cargo de prefeito. David Almeida já havia anunciado, em fevereiro deste ano, que seria pré-candidato ao governo do Amazonas pelo seu atual partido, o Avante. Almeida estava em seu segundo mandato como prefeito. Sua trajetória política começou como deputado estadual em 2006, cargo que ocupou por três mandatos. Em 2017 foi governador interino do Amazonas. No mesmo ano concorreu ao cargo de governador do estado e ficou na terceira posição com 417.203 votos. Dr. Furlan, prefeito afastado de Mapacá (AP) Dr Furlan foi afastado do cargo pela Justiça em uma investigação contra corrupção e anunciou pré-candidatura ao governo do estado Redes sociais/divulgação Afastado pelo STF por suspeita de fraudes em licitações, Dr. Furlan renunciou ao cargo de prefeito de Macapá (AP) no dia 5 de março. No mesmo dia que foi destituído da prefeitura, anunciou nas suas redes sociais a pré-candidatura ao governo do estado. Tião Bocalom (PSDB), prefeito de Rio Branco (AC) Prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom ASCOM PMRB Tião Bocalom deixou a prefeitura de Rio Branco na sexta (3) para poder concorrer ao governo do Acre. Ele já havia formalizado sua renúncia na Câmara dos Vereadores da capital no dia 26 de março, mas esperou oito dias para sair do cargo. Seu vice, Alysson Bestene (Progressistas), assumiu como prefeito. Bocalom se filiou ao PSDB em março, após deixar o PL. Foi eleito prefeito de Rio Branco pela primeira vez em 2020, quando derrotou a então prefeita Socorro Neri no segundo turno, com 62,93% dos votos válidos. Em outubro de 2024, foi reeleito no primeiro turno, com 54,82%. Antes, comandou a prefeitura de Acrelândia por dois mandatos e meio (1993 a 1996 e 2001 a 2005). Arthur Henrique (PL), prefeito de Boa Vista (RR) Arthur Henrique (PL), prefeito de Boa Vista Samantha Rufino/g1 RR Arthur Henrique (PL) deixou a prefeitura de Boa Vista (RR) nesta quinta-feira (2). Ele ainda não divulgou a qual cargo pretende concorrer. Com a renúncia, o vice-prefeito, Marcelo Zeitoune (PL), assume a prefeitura até 31 de dezembro de 2028, quando termina o mandato da chapa. A saída foi anunciada em um vídeo publicado no Instagram. "Hoje eu entrego o mandato de prefeito num ato de coragem, que faço com muita responsabilidade, pois eu amo Boa Vista, a cidade onde eu nasci, para me colocar à disposição do povo na missão e no cargo que se julgar mais importante o nosso estado." Arthur estava em seu segundo mandato, e nas duas vezes foi eleito pelo MDB. Em outubro de 2025, deixou o partido para se filiar ao PL. João Henrique Caldas (PSDB), prefeito de Maceió (AL) JHC confirma que deixa a Prefeitura de Maceió para disputar eleições 2026 Charlene Araújo/TV Asa Branca Alagoas Conhecido como JHC, João Henrique Caldas é prefeito de Maceió desde 2021 e anunciou somente no sábado, último dia do prazo, a sua saída do cargo. Ele deixou o PL, partido que presidia no estado, e foi para o PSDB. O motivo foram desentendimentos na formação da chapa com candidatos ao governo do Estado e ao Senado. Arthur Lira (PP), ex-presidente da Câmara, deve ser candidato ao Senado com apoio do PL, e o partido filiou também o deputado Alfredo Gaspar, que era do União Brasil e ganhou projeção recentemente como relator da CPI do INSS. Agora no PSDB, JHC não disse ainda para qual cargo deve concorrer. Ele chegou à prefeitura ao vencer a eleição de 2020 e foi reeleito em 2024 no primeiro turno com mais de 83% dos votos. LEIA MAIS Governo divulga trocas em 14 ministérios; veja quem entra e quem sai Eleições 2026: janela partidária começa nesta quinta (5); entenda * Colaboraram: Josi Paixão (g1 AP), Taymã Carneiro (g1 PA), Valéria Martins (g1 PA), Jacqueline Nascimento (g1 AM), Marina Sérvio (g1 PI), Lucas Leite (g1 AL), Nayana Siebra (g1 CE), Leonardo Igor (g1 CE), Diego Nunez (g1 RS).

FONTE: https://g1.globo.com/politica/eleicoes/2026/noticia/2026/04/05/governadores-e-prefeitos-de-capitais-renunciam-para-disputar-outros-cargos-nas-eleicoes-de-2026.ghtml


#Compartilhe

Aplicativos


Locutor no Ar

Peça Sua Música

No momento todos os nossos apresentadores estão offline, tente novamente mais tarde, obrigado!

Anunciantes